Presidente do BNDES pede demissão após Bolsonaro comentar descontentamento

Publicada em 16 de junho de 2019 - 18:00

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Presidente do BNDES pede demissão após Bolsonaro comentar descontentamento

Última atualização: 17 , junho 2019 - 07:34

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu hoje (16) demissão do cargo. Em mensagem enviada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, Levy solicitou desligamento da presidência do banco e disse esperar que o ministro aceite.
“Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas”, disse.

Levy agradeceu ainda aos funcionários do BNDES, “que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”.

Ontem (15), Bolsonaro disse que Levy estava “com a cabeça a prêmio há algum tempo. Estou por aqui com o Levy”, afirmou o presidente em frente ao Palácio da Alvorada, pouco antes de embarcar para um evento no Rio Grande do Sul.

O motivo do descontentamento, afirmou Bolsonaro, foi a nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões.

O presidente pediu que Levy demitisse o diretor. Para Bolsonaro, o nome não era de confiança, e “gente suspeita” não poderia ocupar cargo em seu governo. Ainda na noite desse sábado, Barbosa Pinto entregou sua carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Da Agência Brasil

Congresso aprova projeto de crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões

Publicada em 12 de junho de 2019 - 7:43

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Congresso aprova projeto de crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões

Última atualização: 12 , junho 2019 - 07:43

Deputados e senadores aprovaram nesta terça-feira (11), em sessão do Congresso Nacional, o projeto que concede ao Executivo autorização para quitar, por meio de operações de crédito, despesas correntes de R$ 248,9 bilhões. A aprovação foi unânime entre os presentes, com 61 votos de senadores e 450, de deputados. A matéria segue para sanção presidencial.

Segundo a equipe econômica do governo, a autorização do Congresso para o crédito extra é fundamental para garantir o pagamento de subsídios e benefícios assistenciais, sem descumprir a chamada regra de ouro, que impede o governo de se endividar para pagar despesas correntes, como salários. A votação foi possível após acordo entre os partidos e o governo federal. Somente nesta terça o texto foi aprovado na Comissão Mista de Orçamento e liberado para votação no plenário do Congresso.

Entre as demandas dos parlamentares estava a derrubada de quatro vetos presidenciais, que trancavam a pauta de votação. Além disso, parlamentares negociaram o retorno de repasses de R$ 1 bilhão para o Programa Minha Casa, Minha Vida; de R$ 330 milhões para bolsas de pesquisa científica; e de R$ 550 milhões para obras da transposição do Rio São Francisco.

Outro ponto reivindicado pelos congressistas, e garantido pelo acordo, segundo a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hassalmann (PSL-SP), vai assegurar que as universidades e os institutos federais tenham R$ 1 bilhão liberados e, assim, não correrão risco de ter as atividades básicas suspensas neste ano.

Vetos

Entre os vetos derrubados nesta terça-feira (11) por deputados e senadores está o dispositivo que dispensa a pessoa com HIV/Aids aposentada por invalidez de realizar reavaliação pericial. Atualmente, a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) já permite que o segurado aposentado por invalidez seja convocado para avaliação das condições que motivaram a aposentadoria, concedida judicial ou administrativamente.

Os parlamentares também derrubaram o veto a trechos do projeto de lei de conversão da Medida Provisória 843/18, que isenta do pagamento de IOF e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de carros híbridos ou elétricos por parte de taxistas e pessoas com deficiência.

Congressistas derrubaram veto para permitir às fundações de apoio de universidades públicas e de centros de pesquisa gerirem os novos fundos patrimoniais criados pela MP 851/18. Esses fundos poderão ser abastecidos com recursos privados para projetos específicos.

Também foi rejeitado o veto ao Projeto de Lei 1321/19 para evitar que os partidos tenham de devolver ao Tesouro Nacional as doações ou contribuições feitas em anos anteriores por servidores públicos que exerçam função ou cargo público de livre nomeação e exoneração, desde que filiados a partido político.

Deputados e senadores mantiveram o veto em relação a dispositivo do Projeto de Lei 10.431/18, que determinava ao Executivo a adoção de procedimento célere, sigiloso e preferencial para internalizar resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas com sanções acerca de bens que financiam o terrorismo e pessoas envolvidas nesse tipo de crime. Para o governo, o trecho era contraditório com outro dispositivo da lei.

Reação

Logo após a aprovação da matéria no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro parabenizou o Congresso Nacional.

Da Agência Brasil

Wellington participa de reunião sobre pacto federativo com Jair Bolsonaro

Publicada em 8 de maio de 2019 - 8:48

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Wellington participa de reunião sobre pacto federativo com Jair Bolsonaro

Última atualização: 10 , junho 2019 - 07:48

Foto: Agência Senado

O governador Wellington Dias se reúne, no início da manhã desta quarta-feira (8), com o presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília. Na oportunidade, estarão presentes os demais 26 governadores das Unidades Federativas e os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, além de líderes de partidos.

A pauta do encontro é a discussão sobre a renovação do pacto federativo. Também serão debatidas novas receitas e empréstimos que poderão ser trabalhados com base nos eixos do plano de desenvolvimento estadual.

Mudanças no pacto federativo são reivindicadas pelos governadores que querem alterações no relacionamento com a União, no que se refere a questões políticas, sociais e econômicas. A intenção é que, desta forma, os estados possam equilibrar suas contas e aquecer a economia, com uma descentralização do dinheiro recolhido nos impostos.

Da Redação

Posse de Arma

Decreto que flexibiliza a posse de armas sairá ainda em janeiro

O presidente Bolsonaro disse que o decreto vai tirar a “subjetividade” do Estatuto do Desarmamento.

Publicada em 7 de janeiro de 2019 - 16:41

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Decreto que flexibiliza a posse de armas sairá ainda em janeiro

Última atualização: 7 , janeiro 2019 - 16:44

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa quinta-feira, (03/01), que o decreto flexibilizando a posse de armas de fogo sai ainda em janeiro. Bolsonaro disse que o decreto vai tirar a “subjetividade” do Estatuto do Desarmamento.

“Ali, na legislação diz que você tem que comprovar efetiva necessidade. Conversando com o [ministro da Justiça] Sergio Moro, estamos definindo o que é efetiva necessidade. Isso sai em janeiro, com certeza”, disse em entrevista ao SBT, a primeira após ter assumido a Presidência da República.

Ele disse que uma das ideias é comprovar a efetiva necessidade com base em estatísticas de mortes por arma de fogo. Assim, moradores de locais com altos índices de mortalidade teriam mais facilidade em adquirir armas.

“Em estado, por exemplo, o número de óbitos por arma de fogo, por 100 mil habitantes, seja igual ou superior a dez, essa comprovação de efetiva necessidade é fato superado. Vai poder comprar sua arma de fogo. O homem do campo vai ter direito também”.

Além disso, o presidente quer aumentar o limite de armas por cidadão. Para ele,  o limite de duas armas por pessoa pode ser aumentado, sobretudo para agentes de segurança. Nesse caso, o limite pode subir para “quatro ou seis armas”.

O presidente avalia que a violência “cairá assustadoramente” com a medida. “Eu vou buscar a aprovação, botar na lei também, a legítima defesa da vida própria ou de outrem, do patrimônio próprio ou de outrem. Você estará no excludente de ilicitude. Você pode atirar. Se o elemento morrer, você responde, mas não tem punição. Pode ter certeza que a violência cai assustadoramente no Brasil”.

Porte de arma

O decreto a ser editado pelo governo diz respeito à posse de arma de fogo, que permite ao cidadão ter a arma em casa ou no local de trabalho. Já o porte diz respeito à circulação com arma de fogo fora de casa ou do trabalho.

Sem se alongar muito, Bolsonaro diz que também flexibilizará o porte de arma. “A questão do porte vamos flexibilizar também, pode ter certeza. Podemos dar por decreto, porque tem alguns requisitos para cumprir. E esses requisitos são definidos por decreto.”

FONTE: Agência Brasil

Novo Presidente

Congresso se prepara para posse de Jair Bolsonaro

A partir deste sábado (29) o trânsito na Esplanada dos Ministérios ficará fechado para veículos.

Publicada em 27 de dezembro de 2018 - 14:55

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Congresso se prepara para posse de Jair Bolsonaro

Última atualização: 27 , dezembro 2018 - 14:55

A cinco dias da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, é intensa a movimentação nos corredores e na frente do prédio do Congresso Nacional. Em vez de parlamentares, chama a atenção o vai e vem de funcionários carregando tapetes vermelhos enrolados, comprados especialmente para a solenidade.

Há pintores, jardineiros, serralheiros, eletricistas, gesseiros e a equipe de limpeza, que apertam cuidam de cada detalhe na preparação da recepção de cerca de 2 mil convidados que irão acompanhar a cerimônia de posse. na área interna do Congresso, no dia 1º  de janeiro. Um jardim está sendo montado no Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima , no corredor de acesso ao Anexo I da Câmara e do Senado. Por ali vão passar os chefes de Estado convidados para a posse.

Trânsito

A partir deste sábado (29) o trânsito na Esplanada dos Ministérios ficará fechado para veículos. No domingo (30), as vias paralelas à Esplanada (N2 e S2) também serão interditadas, segundo a Secretaria de Polícia do Senado. Nesse dia, será realizado o segundo ensaio geral da posse. No dia 1º, o acesso à Esplanada só poderá ser feito a pé, somente a partir da Rodoviária do Plano Piloto.

Todas as pessoas serão revistadas pela Polícia Militar do Distrito Federal. Quem estiver com mochila ou portando qualquer dos objetos divulgados pelo Gabinete de Segurança Institucional, como carrinho de bebê, sprays, fogos de artifício, não poderá ultrapassar a barreira montada pela segurança do evento.

Vista privilegiada

As grades que vão delimitar a áreas de livre acesso para o público já foram instaladas na Esplanada dos Ministérios. O gramado em frente ao Congresso Nacional será interditado até a Alameda das Bandeiras. Ali , bem próximo ao espelho dágua, serão colocados os canhões para a salva de tiros que faz parte da cerimônia oficial.

Quem quiser ter vista privilegiada da chegada do presidente ao Congresso, da salva de tiros e da passagem de Jair Bolsonar,  em revista às tropas, por exemplo, terá que disputar as duas áreas laterais que ficam na parte menos inclinada do gramado em frente ao Congresso. A praça dos Três Poderes dará vista privilegiada para a transmissão da faixa presidencial e o discurso de Bolsonaro no Parlatório do Palácio do Planalto. A expectativa é que meio milhão de pessoas acompanhem a posse na Esplanada dos Ministérios.

Visitação

Com a visitação suspensa até do dia 3 de Janeiro em decorrência dos preparativos da posse, turistas e curiosos terão que se contentar em registrar a movimentação do lado de fora. No próximo dia  4, as visitas guiadas pelos principais salões e plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal serão retomados. O passeio é gratuito e dura cerca de 50 minutos. No mês de Janeiro, será diário, sempre das 9h às 17h30.

FONTE: Agência Brasil

Política

Bolsonaro defende aprovação da idade mínima para aposentadoria

Publicada em 5 de novembro de 2018 - 18:21

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Bolsonaro defende aprovação da idade mínima para aposentadoria

Última atualização: 5 , novembro 2018 - 18:21

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), defendeu hoje (5) que seja aprovado ainda este ano algum passo, “por menor que seja”, na Reforma da Previdência. Ele propõe a fixação da idade mínima para 61 anos para os homens e 56 para mulheres. O presidente prevê “majorar” em determinas carreiras que serão especificadas. A intenção é aprovar as mudanças ainda este ano.

“Um grande passo, no meu entender, se este ano for possível, vamos passar para 61 anos [a idade mínima] o serviço público para o homem, 56 para a mulher, e majorar também o ano nas demais carreiras. Acredito que seja um bom começo para entrar no ano que vem já tendo algo de concreto para nos ajudar na economia”, disse o presidente eleito em entrevista à TV Aparecida.

Segundo Bolsonaro, não se pode generalizar a fixação da idade mínima de 65 anos porque certas atividades são incompatíveis com a aposentadoria até mesmo aos 60. O presidente eleito usou como exemplo os policiais militares do Rio de Janeiro. “Não é justo colocar lá em cima [a idade mínima].”

No projeto que está na comissão especial da Câmara dos Deputados, a idade mínima é de 65 anos para homens e 62 para mulheres. A proposta já foi aprovada na comissão especial, ainda tem de passar por outras instâncias na Casa.

Prioridades

Bolsonaro reiterou que o tema está entre as prioridades para o governo eleito. “Não adianta ter uma boa proposta previdenciária, se ela não vai passar na Câmara e no Senado. Queremos dar um passo, por menor que seja, mas dar um passo na Reforma da Previdência, que é necessário.”

Para o presidente eleito, é necessário eliminar as incorporações de cargos de comissão aos salários de servidores que desempenham essas funções por algum tempo.

Fusão de ministérios

Na entrevista, Bolsonaro indicou que deve manter em pastas distintas Meio Ambiente e Agricultura, não deu sinalizações de fusão das duas áreas. “Vários ruralistas estão achando que não é o caso a fusão, mas vou deixar bem claro que não vai haver diferença.”

O presidente eleito reiterou que a nomeação dos ministros será feita somente por ele. “Quem vai nomear o ministro do Meio Ambiente vai ser eu, e não vão ser essas pessoas que tivemos até o momento transitando por lá, prestando um desserviço ao meio ambiente e um desserviço ao homem do campo.”

Aborto

Questionado sobre ampliar, na legislação, as possibilidades de autorização para o aborto legal, Bolsonaro disse que sua prioridade é manter como está. “O compromisso que tenho é não deixar ampliar o aborto em hipótese alguma”, disse ele.

O presidente eleito diz que é contra o aborto, mas há situações extremas em que é necessário reavaliar a posição. “Eu sou contra o aborto, mas a questão do risco de morte para a mãe é uma questão que fica difícil. Se não abortar uma gravidez tubária, a mãe vai morrer. Qual é a solução? É deixar a acontecer? Peço a Deus que me ilumine para tomar uma decisão no tocante a isso, caso essa questão volte a ser discutida no plenário da Câmara e do Senado”.

Em outro momento da entrevista, Bolsonaro disse ser a favor do acolhimento dos venezuelanos que chegam ao Brasil como refugiados, mas disse que é preciso combinar essa recepção com medidas contra o governo da Venezuela.

“Vamos reconhecer a situação da Venezuela. Eles estão fugindo da ditadura, da fome e da violência, mas o Governo Federal tem que tomar medidas contra o Governo Maduro. E não apenas acolher e deixar que se resolva as coisas naturalmente”.

Carro vermelho

Jornalistas são agredidos por manifestante com camisa pró-Bolsonaro

O agressor estava com uma camisa preta com a estampa do candidato Jair Bolsonaro e retirou a camisa assim que a Polícia Militar chegou ao local.

Publicada em 22 de outubro de 2018 - 15:27

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Jornalistas são agredidos por manifestante com camisa pró-Bolsonaro

Última atualização: 22 , outubro 2018 - 18:38

Um casal de jornalistas, identificados como Glenda Uchoa e Pablo Cavalcante, ao sair de um shopping de Teresina foram surpreendidos e agredidos na noite desse domingo, (21/10), na Ponte Estaiada, zona Leste, por alguns manifestantes pró-Bolsonaro.

O agressor, que estava vestido em uma camisa preta com estampa do candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL), foi identificado como Antônio Augusto, 56 anos, e antes da violência, ele teria indo em direção ao carro, modelo Renault, cor vermelha, em que estavam os jornalistas e exigido para que estes abrissem o vidro do carro.

Segundo Glenda Uchoa, não sabia que naquele momento estaria acontecendo um ato e o carro deles foi o primeiro a parar antes da faixa de pedestre.

“Eu fui olhar o celular para o meu celular, foi a única reação que eu fiz. Depois fiz um aceno negativo, tipo “a gente vai ficar aqui?, mas estava falando com o Pablo e os vidros fechados, pois veio esse homem do lado do vidro pedindo para ele baixar. Aí, o Pablo não baixou todo, baixou uns quatro dedos, olhou para ele e ele não falou nada. O Pablo foi subir o vidro, pois esse homem pegou, botou as duas mãos no vidro e estourou o vidro do carro do nada. Eu pensei que ele ia pegar uma faca, uma arma e tudo isso sem motivo”, explicou a jornalista.

Glenda acredita que além de Antônio Augusto ter apresentado sinais de embriaguez, a cor do carro, que é vermelha, pode ter influenciado na atitude de vandalismo, já neste período de campanha eleitoral a cor vermelha representa o candidato adversário, Fernando Haddad, do PT.

“Além disso também afetou nosso psicológico, achei que iam pegar uma faca e matar a gente só por conta da cor do carro”, declarou.

Antônio Augusto, assim que viu a Polícia Militar, trocou de camisa e foi conduzido para a Central de Flagrantes onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência e deverá ser responsabilizado pelo dano material causado no veículo do casal. Os jornalistas registraram o Boletim de Ocorrência.

 

Eleições 2018

Eleição presidencial terá 2ª turno entre Bolsonaro e Haddad

A votação para o segundo turno será no dia 28 deste mês. 

Publicada em 8 de outubro de 2018 - 15:29

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Eleição presidencial terá 2ª turno entre Bolsonaro e Haddad

Última atualização: 8 , outubro 2018 - 15:29

A eleição presidencial 2018 ocorrida nesse domingo, (07/10), foi para segundo turno entre o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e do PT, Fernando Haddad, ambos disputando pela primeira vez ao cargo. A votação para o segundo turno será no dia 28 deste mês.

O candidato Jair Bolsonaro teve a maior porcentagem dos votos, com 47,60%, já Fernando Haddad recebeu 28,37% do total. O candidato Ciro Gomes (PDT) conquistou o segundo lugar, com 12,52%.

Esta é a oitava eleição presidencial por meio do voto direto desde a redemocratização, no fim da década de 1980. O vencedor governará o Brasil de 1º de janeiro 2019 a 31 de dezembro de 2022.

Sem infecção

Jair Bolsonaro deverá ter alta médica neste final de semana

O candidato está internado desde 07 de setembro, quando em ato de campanha realizado em Juiz de Fora (MG) foi esfaqueado no abdômen. 

Publicada em 28 de setembro de 2018 - 16:52

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Jair Bolsonaro deverá ter alta médica neste final de semana

Última atualização: 28 , setembro 2018 - 16:52

Jair Bolsonaro, candidato à Presidência a República pelo PSL, que está há três semanas internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, poderá ter alta médica neste final de semana.

O boletim médico divulgado na tarde desta sexta-feira, (28/09), informou que não há focos de infecção no abdômen de Bolsonaro e que a elevação da temperatura foi considerado “episódio isolado”, porém sem alteração nos exames de imagem.

O candidato está internado desde 07 de setembro, quando em ato de campanha realizado em Juiz de Fora (MG) foi esfaqueado no abdômen.

7 de setembro

Eleitores de Bolsonaro prestam apoio e pedem intervenção militar

A mobilização a favor de Jair Bolsonaro acontece na Avenida Marechal Castelo Branco em Teresina, durante desfile cívico em alusão a Independência do Brasil.

Publicada em 7 de setembro de 2018 - 13:41

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Eleitores de Bolsonaro prestam apoio e pedem intervenção militar

Última atualização: 7 , setembro 2018 - 13:41

Um grupo de eleitores de Jair Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PSL, realizaram nesta sexta-feira, (07/09), durante o desfile cívico do Dia da Independência do Brasil, na Avenida Marechal Castelo Branco, um ato de apoio a Bolsonaro. O candidato foi esfaqueado na região da barriga, ontem, (06/09), enquanto estava em um ato de campanha política em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Os jovens com camisas, cartazes e faixas em apoio a Jair Bolsonaro pediam inclusive, a intervenção militar no país. “Intervenção militar já! Artigo 1 da Constituição, pra resgatar a nação”, diz uma das faixas seguradas por jovens eleitores.

Jair Bolsonaro foi transferido para um hospital em São Paulo, na manhã desta sexta-feira, (07/09), e segue internado após uma cirurgia. Ele estava na UTI de um hospital localizado em Minas Gerais.