Juiz estabeleceu regras

Angelina Jolie corre risco de perder a guarda dos filhos

O empasse ocorreu após a atriz restringir o acesso de Pitt as crianças,

Publicada em 13 de junho de 2018 - 10:50

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Angelina Jolie corre risco de perder a guarda dos filhos

Fonte: Com informações TMZ

Última atualização: 13 , junho 2018 - 10:50

O juiz do caso de divórcio do ex-casal Brad Pitt e Angelina Jolie determinou novas regras de contato relacionadas aos seis filhos dos atores. Caso Angelina não cumpra o acordo, ela poderá perder a guarda primária dos filhos. As informações são do site TMZ.

O empasse ocorreu após a atriz restringir o acesso de Pitt as crianças, que para o juiz era considerado “prejudicial” para os pequenos.

Em nova decisão, o magistrado disse que o ator poderá ligar ou enviar mensagens para cada um dos filhos quando quiser, sem a supervisão da atriz.

Além disso, a determinação abrange o tempo em que Brad Pitt poderá ficar com os filhos. Ele verá as crianças em Londres, Inglaterra (onde eles moram atualmente com a atriz) por dez dias, até meados de junho e sempre acompanhado de um psicólogo infantil.

Já em julho, do começo à metade do mês, ele poderá ficar com os filhos por quatro dias seguidos, também em Londres. No fim do mês, eles estarão em Los Angeles por cerca de uma semana.

O único filho do ex-casal que poderá decidir quanto tempo ficará com o pai é Maddox, que tem 16 anos.

fique atento

Educação dos filhos: a importância de impor limites

O estabelecimento de limites e regras claras é importante

Publicada em 23 de maio de 2018 - 12:27

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Educação dos filhos: a importância de impor limites

Fonte: Sileli Santiago

Última atualização: 23 , maio 2018 - 12:29

Para criar uma criança segura e feliz é importante estabelecer regras e definir limites para ela. Quando os pais lidam com o limite com tranquilidade e segurança, constroem para seus filhos um ambiente funcional e que permite a eles entender que o mundo não é uma fonte de prazer inesgotável. O estabelecimento de limites e regras claras é importante para que as crianças aprendam a lidar com as frustrações presentes na adolescência e na fase adulta. Uma criança que entende que não pode tudo cresce mais independente e emocionalmente mais madura.
 
Na hora de impor um limite para o seu filho, lembre-se de que dizer o que quer que a criança faça, de forma clara e oferecendo opções, é o melhor caminho para ajudá-la a entender o comando. Evite dizer apenas “não”. O ‘não’ cria uma imagem mental que estimula a criança a fazer exatamente o que se pede para que ela não faça. Quando você diz ‘não ponha o dedo na tomada’, o que fica na cabecinha da criança é ‘tomada’. O ideal é dar um comando no afirmativo: “filho, venha para perto da mamãe”.
Crianças são diferentes de adultos e ainda não são capazes de lidar com seus impulsos, por isso, precisam ser constantemente lembradas do que pode e do que não pode e das consequências de seus atos. Um erro recorrente dos pais é implorar aos seus filhos para que estes respeitem os limites estabelecidos na família ou cumpram com suas obrigações. Também não precisa dar extensas explicações. As crianças não mantem a atenção durante um discurso longo. E lembre-se que elas ainda obedecem ao princípio do prazer e não estão preparadas para avaliar as necessidades impostas pela realidade. Seja diretivo, as crianças precisam entender que existe uma diferença hierárquica entre pais e filhos e que os pais fazem determinadas exigências para o bem delas.
 
As crianças devem ser acostumadas a agir dentro de um senso de obrigação. Evite oferecer algo para que ela obedeça ao seu comando. Você vai se sentir vulnerável a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Não imponha limites com frases do tipo “se você não fizer isso.. então eu irei…”. Ao invés disso, peça apenas uma vez e de forma enérgica e em tom baixo, mostrando que você está no controle tanto da própria voz quanto da criança.
Dizer “não” para o seu filho não é traumático. A criança só vai saber até onde pode ir quando tem limites claros e estabelecidos. É assim que ela aprende a ajustar-se às regras e conhecer suas possibilidades. Não se sinta culpado por estabelecer limites!
Por:  Sileli Santiago, psicóloga e psicopedagoga