Operação Estanque

Operação prende acusados de adulterar combustível no PI e MA

Publicada em 26 de maio de 2018 - 11:25

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Operação prende acusados de adulterar combustível no PI e MA

Fonte: Redação Piauí Agora

Última atualização: 26 , maio 2018 - 11:25

Quatro cidades do Piauí e Maranhão foram alvos da Operação Estanque na manhã desta quarta-feira (23/05), que desarticulou uma organização criminosa acusada de adulterar combustível. Os criminosos misturavam gasolina com água, além de outros delitos.

Organização criminosa

Operação apreende mais de 34 mil litros de combustível adulterado no PI e MA

Os criminosos misturavam gasolina com água, além de outros delitos.

Publicada em 23 de maio de 2018 - 9:09

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Operação apreende mais de 34 mil litros de combustível adulterado no PI e MA

Fonte: Daniely Viana

Última atualização: 24 , maio 2018 - 09:34

Atualização às 12h:07min

A PRF divulgou os resultados da Operação Estanque, que ocorreu nos estados do Piauí e Maranhão. Ao todo, as equipes apreenderam 34.940 litros de combustível com indícios de adulteração em cinco caminhões; 39 celulares; duas armas de fogo; 25 munições, a quantia de R$ 17.550, 00; além de vários aparelhos eletrônicos.

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Matéria Original

Quatro cidades do Piauí e Maranhão foram alvos da Operação Estanque na manhã desta quarta-feira (23/05), que desarticulou uma organização criminosa acusada de adulterar combustível. Os criminosos misturavam gasolina com água, além de outros delitos.

De acordo com a PRF, estão sendo cumpridos 23 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão nas cidades de Teresina, Capitão de Campos, Timon e Peritoró. Até o momento, 22 pessoas já foram localizadas e encaminhadas ao Instituto Médico Legal (IML) de Teresina para fazer exame de corpo de delito.

 

A operação identificou os criminosos após a PRF receber várias denúncias relacionadas a transporte irregular de combustível. Em nota, o órgão explica que foram investigados outros crimes, como, desrespeito às leis trabalhistas e uso de rebites, um estimulante proibido que permite que o condutor dirija por várias horas seguidas.

“A partir das informações encaminhas pela PRF, o GAECO iniciou as investigações no transporte e distribuição de combustível, constatando-se diversos ilícitos como: associação criminosa, furto e crimes contra a ordem econômica, tributária e ambiental”, diz.

 

Os trabalhos acontecem em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Ministério Público do Trabalho e Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Mais informações em breve.