Combate ao câncer de mama

Caminhada Outubro Rosa interdita Avenida Raul Lopes

A concentração para a caminhada acontecerá a partir das 6hs30, nas proximidades da Ponte Estaiada e a saída é às 7hs. 

Publicada em 18 de outubro de 2018 - 16:49

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Caminhada Outubro Rosa interdita Avenida Raul Lopes

Última atualização: 20 , outubro 2018 - 19:05

A Caminha do Outubro Rosa, que está na 12º edição, acontece na manhã desta sexta-feira, (19/10), e vai interditar a Avenida Raul Lopes, no período 6hs às 10hs, nos dois sentidos. Agentes de Trânsito acompanharão a caminhada ao longo do percurso.

A concentração para a caminhada, que é uma das atividades que marcam o combate ao câncer de mama, acontecerá a partir das 6hs30, nas proximidades da Ponte Estaiada e a saída é às 7hs.

Segundo Denis Lima, gerente de Operação de Trânsito da Strans, a recomendação a população que não participará da caminhada é que estes evitem a Avenida Raul Lopes e busquem vias alternativas.

“O fato de ser no feriado, quando o trânsito é mais tranquilo, não haverá dificuldade para a realização da caminhada, além disso, estaremos com equipes para garantir a segurança de todos”, explicou.

Para marcar as atividades do Outubro Rosa, além da Caminhada, haverá uma corrida, às 6hs.

 

Frei Serafim

Caminhada contra Bolsonaro reúne mais de 5 mil pessoas em Teresina

O ato foi pacífico e os manifestantes permitiram a passagem dos veículos em um trecho da via.

Publicada em 30 de setembro de 2018 - 12:04

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Caminhada contra Bolsonaro reúne mais de 5 mil pessoas em Teresina

Última atualização: 1 , outubro 2018 - 11:38

A Avenida Frei Serafim, em Teresina, foi palco de uma manifestação neste sábado (29) contra o candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro (PSL). O ato, que teve concentração na Praça da Liberdade, reuniu mais de 5 mil pessoas, de acordo com a organização do movimento.

A caminhada, intitulada “Mulheres Contra Bolsonaro”, saiu da praça por volta das 17h30 em direção a via, finalizando no espaço Francisco das Chagas Júnior, localizado embaixo da ponte Juscelino Kubitschek. Um trio do  Sindicato das(os) Servidoras(es) Públicas(os) Municipais (Sindserm) ajudou durante a manifestação, recebendo a presença de alguns representantes emitindo palavras de ordem e manifestando contra discurso de ódio.

Muitas famílias também participaram da iniciativa dando apoio ao movimento. “O ato é importante para reafirmar as lutas dos movimentos sociais e mostrar que o povo está cansando, que não quer retrocesso social. Somos a favor da democracia”, relata o universitário Claudean Araújo.

“Um homem que emite discurso de ódio, preconceito, machismo e homofobia é um desrespeito a tudo que já conquistamos. Por isso sou a favor do #EleNunca”, afirma a pedagoga Genayra Calassa.

O ato foi pacífico e os manifestantes permitiram a passagem dos veículos em um trecho da via.

Manifestantes pró-Bolsonaro

No mesmo dia, manifestantes realizaram uma carreata a favor da candidatura de Bolsonaro. A concentração ocorreu na Avenida Marechal Castelo Branco e os manifestantes seguiram pela Duque de Caxias  em direção ao bairro Mocambinho, zona Norte da capital.

Para os apoiadores, o candidato defende a família e a pátria.

 

Feminicídio

Marcha contra feminicídio exige politicas públicas de combate à violência

A marcha terá como ponto de concentração a Praça da Liberdade, ao lado do Palácio de Karnak e a parada final, acontecerá na Avenida Frei Serafim, na Ponte Juscelino Kubitschek

Publicada em 20 de junho de 2018 - 18:53

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Marcha contra feminicídio exige politicas públicas de combate à violência

Última atualização: 21 , junho 2018 - 09:50

O Projeto “Mulheres Articuladas: Mexeu com uma, mexeu com todas” vai promover nesta quinta-feira, (20/06), a partir das 07h30, em frente a Igreja São Benedito a marcha contra o feminicídio.

A marcha terá como ponto de concentração a Praça da Liberdade, ao lado do Palácio de Karnak e a parada final, acontecerá na Avenida Frei Serafim, na Ponte Juscelino Kubitschek, que liga a região central a zona Leste de Teresina.

Segundo Rita Leandro, membro da comissão do Projeto “Mulheres Articuladas: Mexeu com uma, mexeu com todas”, a iniciativa tem como objetivo exigir das autoridades políticas públicas de combate ao crime feminicídio e inclusive, mudança na lei.

Estamos pedindo mais atenção do poder público com a questão do feminicídio, inclusive, revisão na própria lei. Hoje, vemos que quando um homem assassina a mulher, já tem advogado transformando o feminicídio, por crime passional. Isso é um absurdo, porque quem ama não mata. Matou? É feminicídio”, ressaltou.

Para Rita Leandro o problema precisa ser tratado com maior atenção, principalmente, diante do número crescente de vítimas de feminicídio.

A mulher está sendo violentada, diariamente, seja vítima de feminicídio ou de violência doméstica e muitos não chegam a entrar nas estatísticas. A violência contra a mulher não está apenas nas periferias, nas vilas e favelas, está também nas famílias de grande poder aquisitivo. A violência contra a mulher não tem cara, cor e nem tem a ver com o financeiro. Muitos filhos estão órfãos de suas mães assassinadas e pais e mães sem suas filhas. Pedimos atenção em caráter de urgência”, pontuou.

Além da caminhada, haverá um momento em que as mulheres acenderão velas para as vítimas de feminicídio.