Teresina tem índice grave de infestação do mosquito Aedes aegypti

Publicada em 14 de maio de 2019 - 11:45

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Teresina tem índice grave de infestação do mosquito Aedes aegypti

Última atualização: 10 , junho 2019 - 07:47

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina divulgou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, realizado entre 29 de abril e 03 de maio. O LIRAa deu 2,2 de Índice de Infestação Predial (IIP). Comparando com o primeiro LIRAa, que aconteceu entre 25 de fevereiro e 01 de março, aumentou um estrato para baixo risco e dois estratos para médio risco.

“Chama atenção que a média encontrada é de 2,2. O Ministério da Saúde determina que maior que 1 é sinal de alerta e maior que 2 é sinal de gravidade. Portanto, precisamos não criar mosquito, porque eles estão aí. O número de casos de dengue aumentou de março até agora e hoje nós temos quase 1.200 casos notificados. Chamo atenção para que as pessoas tomem cuidado para não criar mosquito em casa, trabalho, escolas e igrejas. E se a pessoa vier a ter a dengue é importante manter a hidratação, ou seja, urinar transparente 24 horas por dia. Se você sentir dor abdominal, cansaço, tontura, deve procurar imediatamente o serviço de urgência da saúde, pois são sinais de gravidade”, afirma Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS. De janeiro a 7 de maio de 2019 a FMS notificou 1.188 casos de dengue, 191 casos de chikungunya e 20 casos de zika.

O LIRAa acontece quatro vezes ao ano e abrange todas as regiões da cidade. Durante o LIRAa, os agentes de endemias da FMS percorrem uma média de 15 mil imóveis em busca de focos em ralos, piscinas, vasos de planta e outros potenciais criadouros. São enviados os índices de focos por meio da identificação tanto de larvas, como da forma adulta do inseto. Os dados obtidos servirão como base para o desenvolvimento de estratégias de combate ao Aedes aegypti e trabalhos educativos voltados à prevenção da dengue, zika e chikungunya.

Da Redação

levantammento

Teresina está em baixo risco de infestação pelo Aedes aegypti

A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 6 de outubro em todos os bairros de Teresina.

Publicada em 16 de outubro de 2018 - 13:44

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Teresina está em baixo risco de infestação pelo Aedes aegypti

Última atualização: 16 , outubro 2018 - 13:44

A Fundação Municipal de Saúde divulgou nesta terça-feira (16), o resultado do quarto Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2018. Os dados mostram que a capital tem baixo risco de infestação pelo mosquito, com um Índice de Infestação Predial (IIP) – a relação entre o número de imóveis positivos para o mosquito pelo total pesquisado – de 0,1% na cidade.

 

A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 6 de outubro em todos os bairros de Teresina, que foram divididos em grupos de 33 estratos. No último LIRAa, realizado em agosto, este número foi de 0,2%. “Os números do LIRAa seguem uma curva de aumento no início do ano, com ápice nos meses de maio e abril”, explica Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS.

 

O LIRAa acontece quatro vezes ao ano e abrange todas as regiões da cidade. Durante o LIRAa, os agentes de endemias da FMS percorrem uma média de 15 mil imóveis em busca de focos em ralos, piscinas, vasos de planta e outros potenciais criadouros.

 Com informações FMS

Aedes Aegypti

Piauí registra baixa em casos de dengue, zika e chikungunya

O balanço no número de casos de dengue, zika e chikungunya no estado aponta uma redução de 68,3% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Publicada em 3 de setembro de 2018 - 15:46

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Piauí registra baixa em casos de dengue, zika e chikungunya

Última atualização: 3 , setembro 2018 - 15:46

A Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi), por meio da Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento à Microcefalia, divulgou nesta segunda-feira, (03/09), o balanço no número de casos de dengue, zika e chikungunya no estado e garantiu que houve uma redução de 68,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos casos de dengue, os dados mostram que no ano passado foram registrados 4.850 casos, já neste ano, foram registrados 1.536 casos notificados.
Já a chikungunya, que é a segunda doença com maior casos transmitida pelo Aedes Aegyti, até o momento, foram 450 notificações, que representa uma queda de 91,9% em relação ao ano passado. E a zika, 21 casos foram notificados em 2018. Enquanto em 2017, foram 128 casos prováveis.
PREVENÇÃO
As doenças dengue,  chikungunya e zika são adquiridas através da picada do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em local com água parada, seja limpa ou suja. A população deve ficar atenta as formas de prevenção do mosquito vetor e a principal é manter o ambiente limpo sem nenhum tipo de água parada, como em poças, esgotos, pneu, vaso de planta e em calha de escorrimento de água no telhado.