ECONOMIA

Previsão de economia no governo do Estado chega próximo a R$ 256 milhões com cortes

Só a auditoria realizada na folha de pagamento do Estado permitiu uma redução acima de R$ 63 milhões.

Publicada em 11 de abril de 2019 - 15:27

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Previsão de economia no governo do Estado chega próximo a R$ 256 milhões com cortes

Última atualização: 11 , abril 2019 - 15:49

As ações de cortes de gastos e contenção de despesas realizadas pelo Governo do Estado já produzem uma previsão de economia de R$ 256 milhões anuais. O valor está em um balanço parcial realizado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) para identificar o reflexo das medidas implantadas por meio da resolução da Comissão de Gestão Financeira e Gestão por Resultados (CGFR), que estabeleceu contenção de despesas em todos os órgãos estaduais.

“O governo adotou essas medidas para assegurarmos o equilíbrio financeiro e garantir a execução das despesas obrigatórias, a exemplo da folha de pagamento do Estado”, afirma o secretário da Fazenda, Rafael Fonteles.

Essas medidas adotadas dizem respeito, sobretudo, à redução do custeio, revisão de contatos, contingenciamento de despesas e auditoria realizada na folha de pagamento, que permitiu, inclusive, uma redução acima de R$ 63 milhões nessa despesa com pessoal.  “A meta geral prevista com essas medidas é uma economia de R$ 400 milhões ao longo de 12 meses e já ultrapassamos 60% dessa meta”, enfatiza Rafael Fonteles.

O secretário da Fazenda preside a CGRF, que também tem como integrantes os secretários de Governo, Administração e Previdência, Planejamento, o procurador-geral do Estado e o controlador-geral do Estado. A equipe econômica sugeriu ao governador Wellington Dias as medidas que deveriam ser adotadas pelos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, visando obter a contenção de despesas.

O governo ainda ressalta que esse trabalho da CGFR será permanente, tanto para alcançar a meta como para manter a redução de despesas alcançadas. “Mesmo com as medidas adotadas, o ano de 2019 será muito desafiador, em função da continuidade da crise econômica”, alerta Rafael Fonteles.

Autoria: Luciana Azevedo
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