A Prefeitura do Rio cumpriu, na manhã desta quarta-feira, a ordem de interdição do Ninho do Urubu expedida em 2017, como informou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. O centro de treinamento do Flamengo, que funcionava sem alvará, foi palco de uma tragédia no último dia 8, quando dez jovens das categorias de base morreram em um incêndio.

À época da tragédia, a Prefeitura alegou que não tinha poder de polícia para lacrar o CT, diferentemente do que alegam especialistas. Agora, o órgão contou com apoio da Guarda Municipal para enfim fechar o local.

Os agentes colaram o pedido de interdição datado de 24 de outubro de 2017 na entrada do Ninho e acrescentaram, à mão, que ele foi “afixado novamente em 27/02/2019”. Neste momento, a entrada no local só é permitida a funcionários e membros do departamento de futebol para a retirada de equipamentos e materiais.

O treinamento desta quarta-feira está marcado para as 16h (de Brasília). Com a interdição, a diretoria rubro-negra o transferiu para a Gávea.

A interdição desta quarta-feira não tem a ver com o pedido feito pelo Ministério Público na semana passada em razão do impasse nas negociações com as famílias das vítimas. Por conta do desacordo em relação aos valores, o órgão também pediu o bloqueio de R$ 57 milhões das contas rubro-negras.

Edital de interdição de 2017 foi colado no portão do CT
Edital de interdição de 2017 foi colocado na sede 
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