DIVULGAÇÃO

BNDES divulga lista com os 50 maiores clientes do banco e valores de operações

Banco criou página para organizar informações que já estavam disponíveis, mas de forma fragmentada e de difícil acesso. Ferramenta mostra operações com clientes nos últimos 15 anos.

Publicada em 18 de janeiro de 2019 - 19:16

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BNDES divulga lista com os 50 maiores clientes do banco e valores de operações

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 19:17

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta sexta-feira (18) a lista dos seus 50 maiores clientes e todas as operações com eles realizadas nos últimos 15 anos.

De acordo com o banco, os dados já estavam no site, mas as informações estavam fragmentadas em diversas páginas, separadas por linhas de financiamento, disponíveis de uma “maneira difícil para a maioria das pessoas”. Agora os dados estão concentrados em um único link.

Criado durante o governo de Getúlio Vargas, em 1952, o banco estatal tem como objetivo financiar o desenvolvimento da economia, e historicamente tem oferecido empréstimos de longo prazo e taxas de juros mais favoráveis tanto para empresas como para governos estaduais e municipais. O BNDES gere recursos públicos e tem o Tesouro Nacional como seu acionista.

Desde 2004, figuram entre os cinco maiores clientes do banco: Petrobras, Embraer, Norte Energia, Vale e a construtura Odebrecht, envolvida em escândalos de corrupção na Operação Lava Jato.

De acordo com os dados divulgados pelo BNDES, a construtura fechou empréstimos no valor de R$ 18 bilhões nos últimos 15 anos.

Juntas, essas 50 empresas tomaram um valor de R$ 482,8 bilhões em empréstimos desde 2004. A Petrobras lidera a lista com um valor de R$ 62,429 bilhões, o que representa cerca de 13% do total destinado aos 50 maiores clientes. Veja lista completa abaixo:

BNDES divulga lista dos 50 maiores tomadores recursos dos últimos 15 anos — Foto: DivulgaçãoBNDES divulga lista dos 50 maiores tomadores recursos dos últimos 15 anos — Foto: Divulgação

Segundo o BNDES, o objetivo da mudança é “tornar a navegação mais amigável e acessível”, conferir mais transparência e facilitar ao público entendimento sobre as operações e investimentos do banco.

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RESULTADO

Piauienses tiram nota 980 na redação do Enem e atribuem a treinos e persistência

Íris Caroline Melo Prudente Teixeira, 17 anos, comemorava a nota 980 quando o Cidadeverde.com ligou para ela. Estudante de escola particular, Irís conta que estudava até 6 horas por dia e fazia de uma a duas redações por semana.

Publicada em - 17:46

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Piauienses tiram nota 980 na redação do Enem e atribuem a treinos e persistência

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 17:46

Sexta-feira é dia de comemoração para milhares de estudantes piauienses, em especial para aqueles que conseguiram notas acima de 900 pontos na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O Cidadeverde.com entrevistou alunas que tiraram nota 980 e elas contam a rotina de estudos e atribuem a treinamentos constantes e persistência, mesmo quando erravam e tiravam nota baixo em texto dissertativo.

Este ano, a proposta do tema da redação foi “manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Um total 55 alunos do País tiraram nota mil na redação do exame, de acordo com o Ministério da Educação. Hoje, o MEC divulgou as notas do Enem.

Íris Caroline Melo Prudente Teixeira, 17 anos, comemorava a nota 980 quando o Cidadeverde.com ligou para ela. Estudante de escola particular, Irís conta que estudava até 6 horas por dia e fazia de uma a duas redações por semana.

“Fiz mais de 70 redações no ano. Treinava, errava, corrigia, pedia ajuda a quem sabia e aos professores e não desistia. É fazer e refazer”, disse a estudante que é de Teresina e no Sisu vai optar pelo curso de Engenharia de Materiais da Universidade Federal do Piauí.

Ela revela que ficou surpresa com a nota do Enem. “Não esperava tanto”, disse. Irís conta ainda que antes gostava de ler, mas que ultimamente estava se dedicando aos estudos e reduziu as leituras.

Beatriz Gonçalves Barbosa da Fonsêca, 24 anos, também atingiu nota 980 na redação do Enem. Na família, a mãe foi a primeira a receber a boa notícia.

“Foi uma loucura. Nem nas minhas melhores expectativas, eu imaginava que ia tirar uma nota tão boa, pois no anos anteriores minha nota foi 920. Minha mãe foi a primeira a saber e choramos juntas. É muita emoção e gratidão também pela escola, pela professora Patrícia, de redação, e pelo professor Alex, de Linguagens. A nota do Sisu ainda não saiu, mas ter feito uma boa nota na redação me enche de esperança”, disse a estudante.

Beatriz Gonçalves se formou em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí (Ufpi) em 2016. Desde então, ela se dedicando para conquistar seu sonho: Medicina.

A jovem destaca o apoio da família e atribui a boa pontuação aos treinos de redação.

“Quando concluí o curso de Nutrição, resolvi ir atrás do meu sonho que é Medicina, um curso que sempre quis, mesmo gostando muito de Nutrição. Conversei com minha família que deu total apoio nisso. Fazia o pré-vestibular pela manhã e estudava em casa à tarde e noite e sempre treinava muito a redação. A gente fazia o texto, entregava para a professora que nos devolvia para que a gente refizesse e eu sempre refazia e cumpria os prazos. Os treinos de redação faziam parte da minha rotina e foram muito importantes”, avalia Beatriz Gonçalves, estudante de uma escola particular em Teresina.

Fonte. Portal CidadeVerde.com

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CORREÇÃO

Seguro-desemprego é reajustado em 3,43%

Parcela máxima passa para R$ 1.735,29

Publicada em - 17:36

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Seguro-desemprego é reajustado em 3,43%

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 17:37

O empregado demitido sem justa causa terá o seguro-desemprego corrigido em 3,43%, correspondente à inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano passado, informou hoje (18) o Ministério da Economia.

A parcela máxima passará de R$ 1.677,74 para R$ 1.735,29. A mínima, que acompanha o valor do salário mínimo, foi reajustada de R$ 954 para R$ 998. Os novos valores serão pagos para as parcelas emitidas a partir de 11 de janeiro e para os novos benefícios.

Atualmente, o trabalhador dispensado sem justa causa pode receber de três a cinco parcelas do seguro-desemprego conforme o tempo trabalhado e o número de pedidos do benefício. A parcela é calculada com base na média das três últimas remunerações do trabalhador antes da demissão. Caso o trabalhador tenha ficado menos que três meses no emprego, o cálculo segue a média do salário em dois meses ou em apenas um mês, dependendo do caso.

Quem ganhava mais que R$ 2.551,96 recebe o valor máximo de R$ 1.735,29. Quem ganha até R$ 1.531,02 tem direito a 80% do salário médio ou ao salário mínimo, prevalecendo o maior valor. Para remunerações de R$ 1.531,03 a R$ 2.551,96, o seguro-desemprego corresponde a R$ 1.224,82 mais 50% do que exceder R$ 1.531,02.

O beneficiário não pode exercer atividade remunerada, informal ou formal, enquanto recebe o seguro. O trabalhador é obrigado a devolver as parcelas recebidas indevidamente, caso saque o benefício e tenha alguma ocupação.

O trabalhador demitido pode pedir o seguro-desemprego pela internet, no portal Emprega Brasil. É necessário ter em mãos as guias entregues pelo ex-empregador ao homologar a demissão, o termo de rescisão, a carteira de trabalho, o extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a identificação do Programa de Integração Social (PIS) ou do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação com foto.

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PROCESSO DE RESTAURAÇÃO

CAU/PI e Cepisa participam de audiência sobre restauração de painéis e tombamento da sede da empresa

A promotora Gianny Vieira de Carvalho elogiou a atuação do CAU/PI na defesa do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico, ressaltando que o Conselho foi o primeiro entre os órgãos de fiscalização a apurar in loco a denúncia feita nas redes sociais.

Publicada em - 17:27

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CAU/PI e Cepisa participam de audiência  sobre restauração de painéis e tombamento da sede da empresa

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 17:29

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Piauí e a Cepisa participaram na manhã desta sexta-feira, na 24ª Promotoria de Justiça, responsável pelo Meio Ambiente, de uma audiência com a promotora Gianny Vieira de Carvalho, para tratar sobre o processo de restauração dos painéis históricos de Afrânio Castelo Branco, localizados na sede da Cepisa.

 Na ocasião, ficou acordado que num prazo de 15 dias, a Cepisa deve encaminhar ao Ministério Público, o parecer técnico de restauração que está sendo elaborado por especialistas da Universidade Federal do Piauí. No parecer técnico devem constar cronograma e valores dos investimentos para a restauração.  A 24ª Promotoria ainda recomendou que a Cepisa está proibida de fazer alterações nos painéis até que o parecer esteja pronto, e qualquer intervenção nos locais deve ser comunicada ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo e a promotoria.

 A promotora Gianny Vieira de Carvalho elogiou a atuação do CAU/PI na defesa do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico, ressaltando que o Conselho foi o primeiro entre os órgãos de fiscalização a apurar in loco a denúncia feita nas redes sociais.

 Tombamento da sede da Cepisa

 Ainda durante a audiência, o presidente do CAU/PI, Wellington Camarço, aproveitou para reivindicar a abertura de um diálogo no sentido de proteger o prédio sede da Cepisa, construído na década de 1970 com projeto do arquiteto e urbanista Antônio Luiz. O presidente ressaltou que a sede da Cepisa, embora atualmente seja patrimônio privado, tem importância histórica para a arquitetura piauiense. O projeto tem planta circular, possuindo pátio central interno e linguagem brutalista.

 O representante da Cepisa na reunião, advogado Windsor Silva Santos Júnior, também informou que a empresa está reunindo detalhes sobre o prédio e vai buscar diálogo com o autor do projeto.

 Participaram da reunião, além da promotora Gianny Vieira de Carvalho, o presidente do CAU/PI, Wellington Camarço, o assessor jurídico Diego Alencar e a gerente de fiscalização Vivian Medeiros. Representando a Cepisa, participaram o advogado Windsor Silva Santos Júnior e a assessora de comunicação e relações institucionais, Júlia Pessoa.

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TRÁGICO

Criança morre e pai fica ferido em grave acidente na Av. João XXIII

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há informações se as vítimas usavam o cinto de segurança. O acidente ocorreu por volta das 21h30, desta quinta-feira (17). 

Publicada em - 9:08

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Criança morre e pai fica ferido em grave acidente na Av. João XXIII

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 17:37

Um grave acidente na Avenida João XXII, na zona Leste de Teresina, matou uma criança de oito anos e deixou o pai, Luís Paulo Guimarães, ferido. Ele conduzia o veículo e colidiu fortemente em uma árvore.

“O Samu Avançado fez os primeiros socorros, massagens cardíacas na criança que, infelizmente, não resistiu. A outra pessoa, nós tiramos de dentro do carro. Ele perdeu o controle e bateu forte na árvore. A batida mais forte foi justamente do lado da criança”, conta Nélio Cordeiro, tenente do Corpo de Bombeiros do Piauí.

A criança foi identificada como João Emanuel. A TV Cidade Verde apurou que pai e filho tinham acabado de sair do Parque da Cidadania, onde ocorria um encontro de clubes de carros, e se deslocavam para o bairro Todos os Santos, na região do Grande Dirceu.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há informações se as vítimas usavam o cinto de segurança. O acidente ocorreu por volta das 21h30, desta quinta-feira (17).

“Vamos fazer a análise de todos os vestígios e das possíveis causas que podem ter levado a esse sinistro”, disse Jean Carlo, policial rodoviário federal.

Cidadeverde.com apurou que o pai sofreu escoriações e permanece internado no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) em observação.

Fonte: Jornal Notícia da Manhã

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SITUAÇÃO

Seis Estados brasileiros já declararam situação de calamidade financeira

O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado a admitir a incapacidade de rodar a máquina pública, ainda em junho de 2016, nas vésperas dos Jogos Olímpicos realizados na capital fluminense.

Publicada em - 7:32

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Seis Estados brasileiros já declararam situação de calamidade financeira

Última atualização: 18 , janeiro 2019 - 07:33

Com a nova onda de decretos de calamidade financeira deflagrada por novos governadores que tomaram posse neste ano, já são seis os Estados que oficialmente assumem não terem condições de cumprirem seus compromissos. E embora a penúria das contas públicas nesses locais impeça até mesmo o pagamento dos salários dos servidores, esses Estados não estão aptos a receberem ajuda da União.

Desde o começo do ano, Roraima, Rio Grande do Norte e agora também o Mato Grosso declararam estado de calamidade pública em âmbito financeiro. Embora ainda não tenha editado um decreto nessa natureza, o governo de Goiás também enfrenta um grave problema de caixa e pode adotar a medida nas próximas semanas.

Com o decreto de calamidade, os governos estaduais podem parcelar dívidas com fornecedores, atrasar a execução de despesas e ficam até mesmo dispensados de realizar algumas licitações.

O movimento tem pressionado o Tesouro Nacional a pensar em alternativas para ajudar os Estados em dificuldade. A nova leva de decretos ocorre dois anos após a primeira onda, e nenhum dos três Estados que declararam calamidade em 2016 – Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais – conseguiu sanear suas finanças desde então.

O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado a admitir a incapacidade de rodar a máquina pública, ainda em junho de 2016, nas vésperas dos Jogos Olímpicos realizados na capital fluminense. Na sequência, Rio Grande do Sul e Minas Gerais editaram decretos de calamidade em novembro e dezembro daquele mesmo ano.

A gravidade da situação levou o governo Michel Temer a patrocinar em 2017 a criação do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) dos Estados, aprovado no Congresso com o apoio de vasta maioria dos governadores de então. Mas apenas o Rio de Janeiro conseguiu aderir à medida, que suspende o pagamento de parcelas da dívida estadual com a União por até seis anos, em troca de contrapartidas como privatizações, proibição de contratação e de reajuste de salários, adoção de regras previdenciárias específicas, entre outras.

Nenhum dos outros cinco Estados já em calamidade hoje teria condições de aderir ao RRF. De acordo com dados do Tesouro Nacional, nem Rio Grande do Sul, nem Minas Gerais, nem Roraima, nem Rio Grande do Norte, nem Mato Grosso – e nenhum outro Estado, além do próprio Rio de Janeiro – são elegíveis ao regime de recuperação.

Para se enquadrar nas regras do RRF, o Estado precisa de três condições: ter Dívida Consolidada maior do que a Receita Corrente Líquida (RCL); manter gastos correntes obrigatórios – como folha de pessoal e serviço de dívida – acima de 70% da RCL; e ainda ter obrigações contratadas que ultrapassem às disponibilidades de caixa de recursos não vinculados.

Para piorar, dos cinco Estados em calamidade que não conseguem acessar o RRF, apenas Roraima possui uma nota de rating do Tesouro que permite ao governo buscar crédito no mercado com garantia da União. Apenas Estados com classificações A e B – que é o caso roraimense – podem tomar empréstimos com o aval do Tesouro. Rio Grande do Norte e Mato Grosso têm notas C, Rio Grande do Sul tem nota D, e Minas Gerais nem mesmo tem uma nota rating válida atualmente.

Enquanto isso, o apoio do Tesouro tem sido por meio de missões técnicas para ajudar a contabilizar os prejuízos deixados pelas administrações anteriores nesses Estados. O auxílio pode contribuir com os novos governos na tarefa de responsabilizar os mandatários anteriores pelo rombo encontrado nos cofres estaduais.

Sem crédito e sem regime para aderir, os governadores começam a articular um movimento – encabeçado pelo chefe de governo goiano Ronaldo Caiado – para tentar criar um novo Regime de Recuperação que atenda às necessidades de Estados que ainda não chegaram a um nível de crise fiscal como a do Rio de Janeiro. O RRF atual foi aprovado em menos de três meses pelo Congresso em 2017, e o governador aposta que terá a mesma rapidez em um novo projeto.

Fonte: Estadão Conteúdo

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TEMPORADA 2019

Brasil fecha Rally Dakar com dobradinha, pódio e sete brasileiros no top 10 dos UTVs

Varela/Gugelmin fecha edição 2019 em terceiro após vencerem etapa final, com Baumgart/Cincea em sexto, Roldan em sétimo e Baumgart/Andreotti, segundo do dia, em nono.

Publicada em 17 de janeiro de 2019 - 23:52

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Brasil fecha Rally Dakar com dobradinha, pódio e sete brasileiros no top 10 dos UTVs

Última atualização: 17 , janeiro 2019 - 23:52

Não foi um Rally Dakar fácil para os brasileiros, mas a edição de 2019 ficará gravada na memória da maioria por muito tempo. Histórias não faltaram: os atuais campeões superando as piores quebras para terminarem em um honroso pódio, uma dupla estreante que terminou o evento em alta, outra sofrendo com os perigos do Dakar e um par de “anjos” que, de tão prejudicados na competição por conta de quebras, resolveu parar para ajudar quem precisasse – e, por ironia do destino, não conseguiu ser salva das armadilhas no penúltimo dia.

Depois de assumirem a liderança por duas vezes e perderem na mesma velocidade por conta de problemas, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin não conseguiram manter a faixa de campeões por mais um ano, mas carimbaram a dos novos detentores do título, Chaleco Lopez e Alvaro Quintanilla, com uma vitória na décima e última etapa, trazendo junto os destaques deste fim de rali, Cristian Baumgart e Beco Andreotti, que encerram sua primeira participação em um honroso nono lugar, enquanto Varela e Gugelmin garantiram de forma suada um terceiro lugar no pódio.

“Fomos bem. Perdemos para nós mesmos. Quebrei o carro, furei pneu, mas nosso UTV em si não teve problema nenhum, foi até o fim. Hoje eu andei realmente forte e foi tudo maravilhoso. Terceiro lugar depois de tudo está justo. Vamos agora pensar em 2020 e refletir onde erramos para melhorar e vencer no ano que vem”, destaca Varela. “Foi um rali inesquecível, é emocionante estar aqui. A vontade de voltar já é grande e quem sabe eu volte melhor preparado. Quero fazer mais etapas do Mundial para aprender mais. Depois desse rali eu agora tenho prazer em andar na areia”, resume Cristian. “Completar o primeiro Dakar entre os dez foi maravilhoso.Foi melhor que esperava. Fica de aprendizado, mais bagagem, e essa última etapa foi demais. Se o Cristian animar estamos de volta ano que vem”, afirma Andreotti.

Já Marcos Baumgart e Kleber Cíncea terminaram em sexto na tabela geral após sofrerem com os perigos do Dakar – UTV tombada e atolada, além de quebras consideradas normais dadas as exigências do rali, os impediram de evoluírem ainda mais na tabela de classificação. “Dakar é Dakar, não tem preço completar. Só aqui para saber. Largar já é uma vitória, chegar é um sonho que conseguimos realizar, meu irmão e eu, na nossa estreia nos UTVs. Aprendemos muito e perto do que esperávamos fomos muito bem”, relata Marcos. “Cumprimos a nossa meta”, celebra Cincea.

Por outro lado, quetinho, na dele, Lourival Roldan, do alto de seus 60 anos, navegou o português Miguel Jordão até a sétima posição na classificação geral de 2019. “Completo meu oitavo de dez. Hora de agradecer. Meu piloto e as pessoas que me permitiram estar aqui, pois ninguém vem sozinho para aqui, tem uma legião de pessoas apoiando e motivando. Foi um Dakar divertido e o Peru é um paraíso para fazer o rali”, comenta Lourival.

Por fim, Bruno Varela e Maykel Justo podem não ter ganhado nenhum troféu, mas levariam com sobra o prêmio de dupla mais solidária do rali. Apelidados internamente de “Madre Tereza de Calcutá”, a dupla ajudou praticamente todos os compatriotas quebrados na competição e tiveram seus planos arruinados pelas arapucas do Dakar no penúltimo dia – e as ajudas recebidas não impediram o abandono no finalzinho. Além de Bruno e Maykel,  duas baixas da caravana brasileira: os representantes (e estreantes) das motos Marcos Colvero e Lincoln Berrocal – o mais velho entre os competidores das duas rodas, com 60 anos -, que não fizeram feio enquanto estiveram em ação.

No total, foram dez dias de competição e 5.603 quilômetros percorridos dentro do Peru, sendo 2.961 deles de trechos cronometrados, passando pelas cidades de Lima, Pisco, Arequipa, Tacna, Moquegua e San Juan de Marcona.

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GRAVIDEZ

Professora da UFPI esclarece mitos e verdades sobre gravidez após os 35 anos

Grávidas com mais de 35 anos podem desenvolver um quadro delicado de gravidez desde que a condição de saúde não seja boa e a mulher acumule problemas que podem comprometer o bem-estar dela e do bebe. É o que explica a Profa. Dra. Lia Damásio, ginecologista e obstestra, que atua no Departamento Materno-Infantil do CCS/UFPI e no HU-UFPI.

Publicada em - 23:08

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Professora da UFPI esclarece mitos e verdades sobre gravidez após os 35 anos

Última atualização: 17 , janeiro 2019 - 23:08

As chances de uma mulher jovem, dos 20 aos 30 anos, engravidar naturalmente já são pequenas, em média de 25% a 35%, considerando um ciclo de doze meses. E com o passar dos anos, os óvulos também dão sinais de desgaste. Aos 35 anos, a taxa de fertilidade diminui para 15%; aos 37 cai para 11,5%; e aos 41 anos despenca para surpreendentes 7% a 10%. É que os óvulos da mulher já nascem com elas e envelhecem junto com o corpo, por isso perdem sua qualidade. Ao contrário dos espermatozoides, que têm sua produção renovada a cada 3 dias.

Ainda que a capacidade de a mulher engravidar espontaneamente diminua com o envelhecimento, a idade, exclusivamente, não leva a gestação automaticamente para um quadro de risco, ao contrário do que pensam muitas pessoas. Grávidas com mais de 35 anos podem desenvolver um quadro delicado de gravidez desde que a condição de saúde não seja boa e a mulher acumule problemas que podem comprometer o bem-estar dela e do bebe. É o que explica a Profa. Dra. Lia Damásio, ginecologista e obstestra, que atua no Departamento Materno-Infantil do CCS/UFPI e no HU-UFPI.

“Realmente, a mulher de 35 anos de três, quatro décadas atrás era obesa, sedentária, com hipertensão, diabetes. Hoje já não é mais essa a nossa realidade. A mulher de 35 anos hoje é jovem, saudável, ativa, magra – muitas vezes -, faz atividade física e tem, inclusive, filhos pequenos na maioria dos casos. A expectativa de vida da mulher aumentou bastante, e muito desse autorrisco que era associado às mulheres acima dos 35 anos, eram relacionados, na verdade, às comorbidades, doenças concomitantes, que são mais frequentes com a idade, como hipertensão, diabetes”.

Uma grande preocupação das mulheres que engravidam a caminho dos 40 ou 50 anos é o risco de o bebe desenvolver doenças. E não é sem razão. A chance de a criança nascer com alterações nos cromossomos é bem maior com o avanço da idade da mãe. Enquanto na mulher jovem, esse risco é de 1 nascimento a cada 20 mil, nas mães de mais idade, a chance salta para 1 ocorrência a cada 400 bebês nascidos. O que exige a realização de exames adicionais para detectar alterações em bebes de mães, que já passaram dos 35 anos.

“Abaixo dos 30 anos, a mulher não precisa fazer alguns testes. Já acima dos 35, é recomendado passar pela translucência nucal, uma medida feita com ultrassom atrás da nuca com 11 a 13 semanas, além da pesquisa do osso nasal e o ducto venoso, no primeiro trimestre. Esses exames dando normais estão afastadas mais 90 % das cromossomopatias, entre elas a Síndrome de Down”, detalha Lia Damásio.

Um fato curioso é que a maioria dos casos de alteração nos cromossomos, detectada no início da gravidez, evoluem para abortos. E esse é exatamente outro risco aumentado que mulheres após os 37 anos podem ter. A chance de sofrer um aborto nessa fase da vida cresce para 35 a 45%.

“ No geral, a taxa de abortamento nas gravidezes já é grande, de 25%. E isso já é meio uma prevenção mesmo. Se há um erro genético de forma grave, a própria natureza já vê aquilo como não viável”, avalia Lia Damásio, explicando que o risco de abortamento aumentado em mulheres de mais de 35 anos, a priori, não exige repouso, mas é preciso ter consciência do risco.

É preciso repouso em gravidez após os 35 anos?

Além de conhecer os riscos envolvidos na gravidez tardia e realizar todos os exames, é recomendado perseguir um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, atividade física e peso equilibrado, para desviar de doenças oportunizadas pelo modo de viver, como diabetes tipo 2 e hipertensão, conforme a médica.

O stress pesa na dificuldade em engravidar?

O ritmo de vida atual de muitas mulheres, com extensa carga de trabalho dentro e fora de casa colabora na produção de estress, que somado à queda natural da fertilidade, acabam impactando o sonho de gerar uma criança.

“Esses fatores, mais relacionados ao ritmo de vida urbano, estão associados à maior incidência de doenças que também alteram a fertilidade, como endometriose – especialmente, e mioma. A endometriose, chamada de doença da mulher moderna, é considerada o maior vilão da fertilidade”, frisa..

A idade limita as opções de parto?

A idade, isoladamente, não é contraindicação a nenhuma via de parto. “A mulher tem total liberdade de escolha, de acordo com as recomendações médicas e suas preferências como paciente”, diz a médica.

A idade dificulta ao corpo voltar à forma de antes da gestação?

O retorno da condição física, existente antes da mulher engravidar, é comprometido pela idade. “A flacidez, o tônus muscular, a capacidade do próprio metabolismo de perder o peso, isso muda na mulher após os 30 anos. As mudanças são ainda mais marcantes a ciclo de 5 anos de envelhecimento. Isso muda, é inexorável”, sentencia.

As múltiplas possibilidades de exercer maternidade

“ É importante finalizar com uma palavra de incentivo às mulheres de que o sonho de ser mãe não tem idade. Há muitas técnicas de reprodução assistidas, como ovodoação, útero de substituição e ainda a possibilidade de criopreservação dos óvulos. Se a mulher deseja adiar a maternidade, mas quer conservar a qualidade dos seus óvulos, pode congelá-los e deixar para implantar num momento de vida mais adequado. E temos ainda a adoção, uma linda alternativa para exercer a maternidade”, finaliza a Profa. Lia Damásio.

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EMENDAS

Bancada Federal destina R$ 10 milhões para segurança no Piauí

Fábio Abreu disse que deseja voltar a Secretaria de Segurança para por em prática o Plano Estadual de Segurança, mas que essa é uma decisão do Governador

Publicada em - 18:07

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Bancada Federal destina R$ 10 milhões para segurança no Piauí

Última atualização: 17 , janeiro 2019 - 18:07

A informação foi confirmada pelo deputado Federal, Fábio Abreu (PR). Sob a coordenação do deputado Átila Lira (ainda no PSB) os parlamentares piauienses colocaram R$ 10 milhões em emendas apenas para segurança pública, algo inédito no Estado.

“São emendas impositivas de todos os deputados que devem ser utilizadas ainda este ano. No encontro da bancada  defendi que fosse alocado R$ 26 milhões para segurança. Mas, conseguimos R$ 10 milhões. Fico animado com a promessa do Presidente Jair Bolsonaro em liberar as emendas impositivas rapidamente”, comemora o parlamentar.

Fábio Abreu disse ainda que deseja voltar a comandar a Secretaria de Segurança para por em prática o Plano Estadual de Segurança, mas que essa é uma decisão do Governador. No entanto, deixou claro que, nesta possibilidade, estará de volta ao mandato para destinar emendas.

“Disso não abro mão. Retorno a Brasília nos momentos decisivos para o País e o Piauí, como fiz no último mandato. Também não abro mão de indicar emendas, principalmente para área da segurança pública”, concluiu.

Fonte: Portal Douglas Cordeiro

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AÇÃO

PC do B entra com ação no STF contra decreto de Bolsonaro sobre posse de armas

O PCdoB também sustenta que Bolsonaro abusou de sua competência constitucional de regulamentar leis, invadindo a competência do Congresso Nacional de elaborar leis.

Publicada em - 17:48

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PC do B entra com ação no STF contra decreto de Bolsonaro sobre posse de armas

Última atualização: 17 , janeiro 2019 - 17:51

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) entrou nesta quinta-feira, 17, no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação contra o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que facilita as regras para o cidadão obter a posse de arma de fogo. Esta é a quinta vez que uma medida do governo Bolsonaro é contestada na Suprema Corte.

Além do decreto sobre posse de armas, já se tornaram alvo de questionamento no STF a medida provisória que reestruturou pastas e extinguiu o Ministério do Trabalho – questionada em três ações que tramitam no tribunal – e a promoção no Banco do Brasil de Antonio Mourão, filho do vice-presidente general Hamilton Mourão.

O decreto de Bolsonaro torna possível adquirir até quatro armas, amplia o prazo de validade do registro de cinco para dez anos e, na prática, dispensa o cidadão de comprovar que tenha a “efetiva necessidade” de possuir armamento, o que era previsto pela legislação anterior.

Para o PCdoB, as normas do decreto atentam contra o princípio constitucional da “razoabilidade”, “na medida em que não se revela adequado e razoável, que toda a população de um País possa ter até quatro armas em sua residência, ou no local de trabalho, caso seja titular ou responsável por estabelecimento comercial ou industrial”.

O PCdoB também sustenta que Bolsonaro abusou de sua competência constitucional de regulamentar leis, invadindo a competência do Congresso Nacional de elaborar leis.

Até a publicação deste texto, não havia sido definido o relator da ação no Supremo. O ministro Luiz Fux, vice-presidente do STF, está comandando o plantão da Corte pelos próximos dias e decidindo sobre casos considerados urgentes.

Lobby

O decreto retirou do caminho de interessados em obter armas um requisito do Estatuto do Desarmamento, de 2003, visto pelo governo e pelo lobby armamentista como entrave para a aprovação de pedidos de registros – a comprovação de “efetiva necessidade”. Sob o argumento de que havia espaço para subjetividade, o governo permitiu que o cidadão não detalhe por que precisa da arma e a autoridade responsável não faça análise individualizada.

Fonte: Portal Terra

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